Terra Chapada Expedições - Chapada Diamantina - Bahia - Brasil
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Informações


Sugestões importantes para sua viagem

Você esta entrando numa área de 67.000 Km², maior que a Bélgica, Suíça e Holanda,  repletas de formações rochosas de origem sedimentar, nascidas das transgressões e regressões dos mares, moldadas sob pressões dos movimentos tectônicos extremos que criaram um cenário paradisíaco e uma flora exuberante e diversificada. Descubra a grandeza da Chapada Diamantina em expedições itinerantes, conhecendo e pernoitando em lugares inesquecíveis e cidades históricas. Foto: Alexandre Cappi

A Chapada Diamantina, situada bem no meio do Sertão, na região central da Bahia, possui relevo montanhoso, variadas altitudes em distancias relativamente pequenas, estas características presentearam a região com diversos eco sistemas e um clima especial. Dezenas de milhares de kilometros quadrados e mais de 50 municípios fazem parte da Chapada Diamantina.

O Parque Nacional da Chapada Diamantina,  criado em setembro de 1985, localiza-se no centro oriental da Chapada na serra do Sincora, e abrange Mucugê com 51% da área do parque, o município esta situado bem no centro, Andaraí 21% está a leste juntamente com Xique-Xique de Igatu, Palmeiras 12% esta a noroeste com o Vale do Capão, Lençóis com 11% está localizada a nordeste, Ibicoara tem 3% está a sudoeste e Itaete 2%, esta a sudeste do parque.

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Roteiros exclusivos da Terra Chapada


 


IMPRENSA

Fotos e relatos da imprensa em expedições da TERRA CHAPADA.Matérias publicadas na imprensa


SHOPPING

Compre pela Internet itens de decoração e suvenirs da Chapada Diamantina.
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FOTOGRAFIA
A Chapada Diamantina capturada pelas lentes de quem entende de fotografia:

Alexandre Cappi,  guiado por nossa equipe.
       Fotografia na Chapada Diamantina

Alex Uchôa, guiado por nossa equipe.
       Fotografia na Chapada Diamantina


GEOLOGIA
A Chapada Diamantina é na sua maioria formada por rochas sedimentares.
Geologia na Chapada Diamantina

INFORMAÇÕES
Reserve o máximo possível de dias para sua estada, o lugar é lindo e grande, impossível conhecer tudo em uma viagem só
Informações sobre excursionismo de mínimo impacto


LOJAS TERRA CHAPADA
 

Lençóis
Praça Horácio de Matos, n-7 Centro - Lençóis-BA
CEP: 46960-000


Fone:
+55-75-3334-1428
+55-75-9977-7767


Capão
+55-75-3344-1227

Mucugê
+55-75-3338-2284

Salvador
+55-71-8180-8800

    

 
 

                        Passagens:

Real Expresso
Ocean Air
TAM
GOL


Foto: Alexandre Cappi

Grandiosidade e beleza


Reserve o máximo possível de dias para a suas estadas, com a grandiosidade e a beleza imperdível do lugar, torna-se quase impossível conhecer tudo numa única viagem.
 
Lençóis é o maior portal da chapada e do Parque Nacional. Possui os melhores hotéis, bares, restaurantes e receptivos. O visitante pode permanecer por mais de uma semana nesta cidade, que ainda não é suficiente para desfrutá-la totalmente. Porem evite fazer todas as suas estadas em Lençóis, alguns receptivos e guias locais possuem equipamentos de hospedagens e irão direcionar o visitante no sentido de permanecer somente nesta cidade. Atenção, Vale do Capão, Mucugê, Xique-Xique de Igatu, Andaraí e Rio de contas, são lugares com estilo próprio, importantes na logística para se conhecer o maximo da Chapada e contam com uma ótima estrutura de hospedagens. Ibicoara , Guine, Piatã e Colônia em Itaete também já contam com algumas pousadas simples.

Assim sendo planeje sua chegada, os visitantes que chegarem pelo sul do parque, de carro, de ônibus ou de avião por Vitória da Conquista, pode ganhar tempo fazendo algumas estadas em Mucugê, Igatu, Ibicoara ou Guine.

Como chegar:
A cidade de Lençóis, a 420 quilômetros de Salvador, continua sendo o epicentro da Chapada Diamantina, com a melhor infra-estrutura para receber visitantes. Para chegar a ela de carro a partir da capital, vá até Feira de Santana e dali pegue a BR-242. Para quem chega pelo sul, pode-se ir por Vitória da Conquista,
onde há vôos regulares, diários de São Paulo e Salvador.

Quando ir:
O clima da Chapada Diamantina  e bastante variado devido a variação de altitudes, de 220 metros a 2033 metros, porem a região é semi-arida o que faz com que tenhamos Sol o ano inteiro, a melhor época de visitação é quando estamos de férias pois o destino necessita de muitos dias para ser conhecido. A baixa estação que começa depois do carnaval e vai até meados de Junho, e de agosto até o Natal também é uma época interessante, pois além da tranqüilidade nos atrativos, os preços das estadas são menores


Mochila Montada


Itens necessários para os roteiros da Terra Chapada

  • Roupa de banho, shorts e maiô

  • Tênis ou bota confortável para as caminhadas, com sola de borracha.

  • Capa de chuva

  • Protetor solar

  • Boné ou chapéu

  • Repelente contra insetos

  • Lanterna

  • Mochila pequena e impermeável

  • Medicamentos regulares

  • Maquina fotográfica

  • Trekking trazer pouca bagagem e mochila confortável

  • Cantil

  • Abrigo de moletom

  • Calça comprida com tecidos leves, para a caminhada e trekking

    Obs.: Ao separar sua bagagem levar somente o necessário

 
 
 
 
Excursionismo de mínimo impacto
 
Conduta consciente em ambientes naturais

1 - Planejamento é fundamental

  • Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.

  • Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.

  • Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.

  • Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.

  • Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.

  • Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.


2 – Você é responsável por sua segurança

  • O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.

  • Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para adicionar o resgate, caso necessário.

  • Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.

  • Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e uma bússola) e primeiros-socorros. Para tanto, procure os clubes excursionistas, escolas de escalada etc.

  • Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros-socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.

  • Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.


3 – Cuide das trilhas e dos locais de acampamento

  • Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas – não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.

  • Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.

  • Acampando, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.

  • Não cave valetas ao redor das barracas, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.

  • Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova ao acampar.


4 – Traga seu lixo de volta

  • Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.

  • Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!

  • Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.

  • Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover a vegetação.


5 – Deixe cada coisa em seu lugar

  • Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.

  • Resista à tentação de levar “lembranças” para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.

  • Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias.


6 – Não faça fogueiras

  • Fogueiras matam o solo, enfeiam os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais.

  • Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.

  • Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.

  • Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem.

  • Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas a madeira morta encontrada no chão.

  • Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.


7 – Respeite os animais e as plantas

  • Observe os animais a distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

  • Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e equipamentos.

  • Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.


8 – Seja cortês com outros visitantes e com a população local

  • Ande a acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza favorece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.

  • Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.

  • Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.

  • Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

            (Texto produzido pelo Programa Nacional de Áreas Protegidas – Ibama)
 

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