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History
Chapada Diamantina
Um lugar com água,
florestas, cavernas e pedras preciosas é com certeza um
lugar especial, sendo assim e diante de centenas de pinturas
e inscrições rupestre comprovamos que a região foi ocupada à
milhares de anos. Porém a invasão colonizadora e
escravocrata foi intensificada com a descoberta de ouro no
começo do século XVIII. As ultimas tribos indígenas foram
dizimadas, e através de Jacobina ao norte da Chapada e Rio
de Contas sudoeste , essas foram as primeiras cidades da
região.

Vista aérea da cidade de Lençóis
No final do século XVIII , encontra-se na região os
primeiros diamantes, provocando uma corrida de milhares de
garimpeiros de todos os lados do Brasil, principalmente de
Minas Gerais e do recôncavo baiano. Mucugê , Lençóis e
Andaraí nasceram em berço diamantífero mas com o sangue da
mão de obra escrava. Utilizando as trilhas dos índios e
construindo novos caminhos na região. A Serra do Sincorá foi
quase em sua totalidade revirada pelos garimpeiros, fazendo
dessa região um dos lugares mais ricos do mundo. È nessa
época que se encerra a escravidão e é proclamada a Republica
e são encontradas jazidas diamantíferas na África.
No começo do século XX o Diamante Negro ou
Carbonato, até então sem valor comercial, passa a ser
utilizado na construção do Canal de Suez do Panamá e em túneis
Franceses e Brasileiros tornando-se a maior riqueza, já que
valia dezenas de vezes mais que o diamante. Essa riqueza logo
acaba com a descoberta pela indústria de material resistente
que substitui o Diamante Negro. Ainda no final do
século XIX, o novo regime tinha massacrado de forma
desumana, a Comunidade Bom Jesus do Belo Monte, apelidada
pelo regime de Canudos que se localizava no estremo nordeste
da chapada. O medo do regime deu origem ao Coronelismo pois
a Guarda Nacional passa a vender patentes para civis de até
Coronel e encontra a forma de conviver com os sertanejos,
nomeado coronéis para ocuparem cargos de na administração
federal.
Essa estratégica provoca uma guerra entre coronéis
de origem mineira e coronéis de origem baiana, guerra essa
vencida pelos Serranos,conhecidos assim por causa do Cerro
de minas, liderados pelo coronel Horacio de Matos. Nesse
período a maior riqueza da chapada era também a maior
riqueza do Brasil o Ouro Verde, Café. Pois bem, é nesse
período que novos centros urbanos surgem na Chapada sob a
influencia do café, Capão, Pati e Palmeiras são alguns dos
muitos lugares da chapada que tiveram sua época áurea por
conta dessa cultura.
A cafeicultura da chapada era tão forte
que o governo resolve intervir de forma parcial para
favorecer a produtores do sul m favorecendo assim a política
Café com Leite, na qual revezavam na presidência Mineiros e
Paulista. Na década de 30, a
coluna Prestes era ameaça para o regime, e o governo pede
ajuda aos coronéis da Chapada e seu grande líder Horacio de
Matos, lidera os batalhões patrióticos, perseguindo de forma
estratégica “pois não tinha interesse em acabar com a
coluna” e empurra ate a Bolívia os Revoltosos como era
conhecida na região a Coluna de Prestes.
MAIS HISTÓRIA
Texto original: Xavier Bartaburu,
de Rio de Contas
A
Bahia tem um coração de ouro. Enorme, pulsante e generoso como
poucos. Um coração do tamanho da Holanda, encravado no centro
do estado - ou 38 mil quilômetros quadrados, para ser mais
exato. Incansável, bombeia a água de 90% dos rios baianos,
fornece pedras preciosas e ainda recebe 80 mil visitantes por
ano. Estranho mesmo é que, apesar de sua importância vital,
falta muito para se conhecê-lo melhor. Bem, isso hoje. Porque
há 200 anos a Chapada Diamantina era realmente o coração da
Bahia. Dali saíam toneladas de ouro e diamante para a Europa e
para o mundo, gerando uma riqueza como nunca mais se viu.
Hoje, o tesouro que resta na Chapada é seu incomparável
patrimônio natural. Mas o que poucos sabem é que essa natureza
toda se estende muito além da cidade de Lençóis.
Até onde esse
grande coração de pedra traça suas fronteiras com o sertão. O
sul da Chapada sempre foi uma espécie de porta dos fundos da
região. Embora a colonização tivesse começado por aqui, quem
assumiu a dianteira do turismo nas últimas décadas foram
Lençóis e Palmeiras, ambas no centro da Chapada. Com a criação
do parque nacional em 1985, boa parte da área que ficou de
fora foi relegada ao esquecimento.
Rio de Contas, por exemplo,
é a porta de entrada meridional da região. Cidade opulenta nos
tempos do ouro, hoje nem sequer lembrada como sendo parte da
Chapada. Grande injustiça. Aos pés da cidade, a serra se eleva
por um grande paredão a mais de 1 000 metros de altura, dando
início a um longo platô que vai até Jacobina, 300 quilômetros
acima.
A
Chapada Diamantina nada mais é do que uma continuação da Serra do Espinhaço
mineira que avança pelo centro do país rumo ao norte. Cheia de altos e baixos
durante seu caminho, a serra encontra em Rio de Contas o lugar exato para
voltar a seu esplendor, criando dali em diante um gigantesco complexo de serras,
vales, campos rupestres, cavernas, cânions e cachoeiras de fazer inveja a
qualquer outra chapada. E se você acredita que o melhor da Chapada está nas
imediações da Cachoeira da Fumaça e do Morro do Pai Inácio, espere só para
ver o que o sul tem para lhe revelar.

Vista aérea do povoado do Capão
O
Grande Vale. O fluxo de visitantes da Chapada começou a migrar para baixo
há apenas poucos anos. A locomotiva foram as cidades de Mucugê e Igatu, antigas
comunidades garimpeiras que mantem intacta toda a simpatia das cidades coloniais.
Como a exploração ainda é recente, há muitos lugares pouquíssimo freqüentados
nas redondezas, longe das multidões típicas de grandes atrações turísticas.
Um deles é a Rampa do Caim, o mirante certo para se contemplar uma visão inédita
do monumental Vale do Pati: visto de cima do morro, o vale surge inteiro à
sua frente, em toda sua grandiosa beleza. A poucos metros dali, outra paisagem
incrível: o cânion do Rio Paraguaçu, o mesmo que irá desaguar no Recôncavo
Baiano. Duas imagens de tirar o fôlego, desconhecidas, e a três horas de caminhada
a partir de Igatu. No caminho, dezenas de tocas de garimpeiros construídas
embaixo das rochas, usadas até hoje.
Se há uma coisa na qual a Chapada é pródiga
são as cachoeiras. Este é o mais importante berçário de nascentes da Bahia,
e a impressão que se tem é que a todo momento descobre-se alguma queda d'água
nova. A Cachoeira dos Cristais, próxima a Mucugê, foi descoberta há exatos
dois meses. Antes da visita de nossa reportagem, apenas quatro pessoas tinham
estado aqui - as mesmas que, por sinal, abriram a trilha até ela. A queda
tem cerca de 100 metros e fica num lugar completamente intocado, poucos quilômetros
acima de outra bela cachoeira, a de Três Barras (que por si só também é bastante
desconhecida). O homem por trás dessa descoberta é o guia Chiquinho, cujo
nome real é Raimundo Cruz dos Santos ("minha madrinha queria me pôr Raimundo,
mas minha mãe queria me chamar Chiquinho. Aí ficaram os dois..."). Mateiro por
excelência, Chiquinho tem como um de seus ofícios explorar os arredores selvagens
de Mucugê, Igatu e Andaraí e revelar ao mundo os segredos da Chapada. "Conheço
tudo dessas trilhas que existem por aí", garante. Não muito diferente dos
garimpeiros da região, Chiquinho percorre grandes áreas - sozinho - atrás
de novos tesouros. Numa dessas investidas, acabou descobrindo mais esta cachoeira.
"Ninguém sabia o que havia para cima do rio. Aí eu resolvi explorar."
São pessoas como Chiquinho que, com paciência,
garimpam as futuras atrações da Chapada. Graças a eles, belas imagens da natureza
vão sendo devidamente postas no mapa. Alguma, mais tarde, pode até vir a tornar-se
uma Cachoeira da Fumaça. Este processo ainda está começando no sul da região,
mas já há descobertas suficientes para se saber que três municípios prometem
ser as grandes estrelas da Chapada Diamantina nos próximos anos: Itaeté, Ibicoara
e Rio de Contas. O primeiro abriga o famoso Poço Encantado, uma das poucas
atrações consagradas do sul da Chapada. Mas começa a atrair a atenção para
o seu distrito de Colônia, repleto de grandes cachoeiras quase desconhecidas.
Uma das mais bonitas é a do Herculano, na verdade três quedas de 90 metros
que se jogam uma ao lado da outra.
Ibicoara,
por sua vez, tem no turismo uma atividade ainda mais incipiente. Seu maior
destaque, por enquanto, é ser a maior produtora de hortigranjeiros do Nordeste,
fruto de um solo extremamente fértil. Mas os imponentes chapadões que amparam
as plantações também têm os seus segredos. Por trás deles, escondem-se campos
de sempre-vivas, estranhas formações rochosas e, claro, cachoeiras. Há uma
queda, no entanto, que por si só garantiu o lugar de Ibicoara no Olimpo da
Chapada: a Cachoeira do Buracão. Quem visita o lugar garante que a Buracão
é mais bonita que a Cachoeira da Fumaça. Exagero? De modo algum: o cenário
daqui é único - e inesquecível. A comparação não pode ser medida pela altura,
já que esta cachoeira tem 85 metros (contra os 400 da outra). A diferença
é que a Cachoeira do Buracão, como já anuncia o nome, cai dentro de um grande
rombo na terra, um buraco quase circular ao qual só se chega por dentro de
um apertado desfiladeiro de 5 metros de largura e com paredões de 60 metros
de altura. É como se a natureza tivesse criado um teatro só para ela.
De todas as cidades da Chapada, Rio de Contas
foi uma das que teve melhor sorte. A razão dessa sorte era apenas uma: o ouro.
Descoberto no início do século 18 ao mesmo tempo aqui e em Jacobina, do outro
lado da região, o ouro tornou-se segredo de Estado por três décadas. Era o
medo da Coroa Portuguesa da cobiça espanhola, da disseminação dos quilombos
e do abandono das lavras de cana-de-açúcar. Quando viram que já havia garimpeiros
clandestinos demais, a corrida do ouro foi liberada. De repente, Rio de Contas
era uma das cidades mais ricas da Bahia. Os seus domínios eram tão grandes
que chegavam até Itacaré, na época um porto que comercializava o ouro escoado
pelo rio homônimo. Durante a Festa do Divino, pó de ouro era jogado nas procissões,
tamanha era a riqueza daquele lugar.
Febre
Amarela. Hoje, Rio de Contas é uma entre tantas cidades da Bahia que vive
das glórias do passado. Verdadeira cidade-museu, abriga quase 300 construções
históricas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional,
entre elas a Igreja Matriz, com seu altar folhado a ouro, e o Teatro São Carlos,
o primeiro do interior baiano. O arquivo municipal guarda preciosidades tão
valiosas quanto o ouro sobre a história do lugar, com descrições detalhadas
de compras de escravos e brigas de coronéis. Mas Rio de Contas tem algo de
estranho: ao contrário de outras cidades históricas, suas ruas são largas.
Isso porque esta é uma cidade planejada. No século 18, uma forte epidemia
de febre amarela levou o governo local a remanejar toda a população da cidade
vizinha de Livramento de Nossa Senhora, no pé da serra, para o topo da Chapada.
Foi construída então uma nova cidade, com ruas amplas o suficiente para ventilar
e evitar doenças.
Muito da história da Chapada está contada
nessas ruas de Rio de Contas, mas uma boa parte dela está nos povoados de
Barra do Brumado e Mato Grosso, a 20 quilômetros do centro. Na verdade, foi
aqui que muita coisa começou. Antes mesmo que houvesse brancos, já existia,
no século 17, um quilombo formado por negros fugidos de um navio naufragado
em Itacaré. O grupo se embrenhou sertão acima pelo Rio de Contas e veio parar
no alto da serra, onde fundaram uma comunidade, hoje dividida em duas: Barra
do Brumado e Bananal. Anos depois, em 1718, os primeiros bandeirantes a chegar
na região encontraram ouro e logo se instalaram por aquelas redondezas. Lá
ergueram o arraial de Mato Grosso, que viria a ser um dos primeiros povoados
do interior da Bahia. Os brancos, na sua maioria descendentes de portugueses,
escravizaram os negros para usá-los em seu garimpo, deixando porém que vivessem
em seu antigo quilombo. 
Hoje,
ambos continuam de pé, isolados na serra de Rio de Contas, mas de aspecto
completamente diferente. Mato Grosso é todo habitado por brancos com cara
de português, e a própria vila, vista de longe, lembra um povoado qualquer
do Alentejo. Seus moradores cultivam flores, café, abacaxi, xuxu, laranja
- e o lugar inteiro parece ser uma grande horta.
Barra e Bananal, por sua
vez, lembram um povoado qualquer do sertão do Piauí: pobre, sem linha telefônica
(Mato Grosso tem 7 telefones públicos), com moradores negros e engenhos de
cana movidos a boi. Ambas as comunidades se dão bem e fazem comércio entre
si. Mas nunca se misturam.
"Isso aqui já foi bem pior. Hoje as coisas
estão melhorando", afirma Carmo Joaquim da Silva, presidente da associação
comunitária de Barra e Bananal. Depois de perder boa parte de suas terras
na década de 70 por causa de uma barragem e de ver a luz elétrica passar ao
lado de suas casas (sem parar) e ir direto para Mato Grosso, os 300 quilombolas
começam a vislumbrar um futuro. "Em 96, a energia finalmente chegou. Em 99,
ganhamos a titulação de nossas terras. E, graças a um trabalho conjunto com
a Pastoral da Criança, erradicamos a desnutrição", diz Carmo. A qualidade
de vida também melhorou: "Pessoas que antes tinham saído da comunidade agora
estão voltando. Estão percebendo que aqui não é sertão, aqui tem água, tem
clima bom."
De
fato, tanto Barra quanto Mato Grosso estão num pedaço especial do Nordeste:
um lugar rodeado de serras, onde os termômetros acusam 6 graus no inverno
e onde as casas estão equipadas com fogão à lenha. A caatinga, nisto que já
foi chamado de "Alpes baianos", é uma terra distante. Mato Grosso é o vilarejo
mais alto de todo o Nordeste: 1 450 metros, acima de Petrópolis, Gramado e
Visconde de Mauá, para se ter uma idéia. Não fosse o sotaque, qualquer um
pensaria estar no Rio Grande do Sul ou em Minas. E já que estamos falando
de alturas, nada mais natural que os pontos mais altos do Nordeste também
estejam por aqui, vizinhos a essas vilas. O mais alto é o Pico do Barbado,
que tem 2 033 metros e fica entre Rio de Contas, Abaíra e Piatã - esta última,
aliás, cidade famosa pelo clima serrano com que festeja seu São João. Os outros
dois são o Pico do Itobira, com 1 970 metros, e o Pico das Almas, com 1 958
metros, ambos em Rio de Contas. Os três podem ser alcançados em caminhadas
que levam a visões incríveis de toda a Chapada sul.
Mas
foi o Pico das Almas que se tornou a menina-dos-olhos de Rio de Contas. Para
chegar ao seu topo, são três horas a pé no meio de formações de quartzito
que afloram da terra, orquídeas, bromélias e uma vegetação única. O pico atraiu,
em 1974, uma equipe do Jardim Botânico de Londres, o Kew Gardens, que fez
um levantamento de 1200 espécies de plantas, 100 delas endêmicas - o que faz
do Pico das Almas um dos lugares de maior biodiversidade da América do Sul
(proporcional ao seu tamanho, claro). Uma riqueza que já foi comparada à da
Floresta Amazônica. Os ingleses, pelo visto, já sabiam o que nós levamos 30
anos para descobrir: que há muito mais tesouros enterrados no coração dourado
da Bahia do que nós pudemos imaginar. E nem todos são pedras preciosas.
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A saga do
garimpo
Séculos
antes da chegada do turismo, a mineração foi o grande motor econômico
da Chapada Diamantina. Primeiro o ouro, encontrado no século 18 em Rio
de Contas e Jacobina, em seguida o diamante, cujas primeiras jazidas
foram descobertas no começo do século 19 em Mucugê. Muitas das cidades
da Chapada guardam, em seu casario, a lembrança daqueles tempos
áureos. Por quase todo o século 19, a Bahia foi a maior produtora de
diamantes do mundo. Quando foram encontradas as minas da África do
Sul, em 1870, a produção decaiu e só foi salva por causa do carbonado,
o chamado "diamante negro", uma raríssima variedade do diamante usada
na indústria. A Chapada concentrava praticamente toda a produção
mundial do carbonado, e foi nos arredores de Lençóis que se encontrou
uma pedra de nada menos que 3 167 quilates, batizada de "Sérgio"
- até hoje o maior diamante já visto no planeta. No século 20, a
chegada do diamante sintético levou à extinção do garimpo de carbonado.
Mas não o ouro e o diamante, que continuam brotando do chão da
Chapada, embora de forma artesanal, já que o Ibama proibiu o uso de
dragas para mineração no ano de 1998. O ouro ainda dá as caras em Rio
de Contas, e o diamante costuma aparecer próximo a Mucugê e a Igatu.
Aguinaldo Leite dos Santos, o Guina, passa três dias da semana
garimpando em Igatu. "Já cheguei a pegar 140 pedras numa semana",
conta. Ele as guarda na carteira e sai para vendê-las em Andaraí, onde
o garimpo movimenta cerca de 300 mil reais por mês. "Ainda dá para
viver de diamante por aqui. A gente faz um acordo com um patrão, que
dá comida em troca de metade do lucro. Então quase não tem gasto.
Enricar é que fica difícil."
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Cezar, guia da Terra Chapada
Como chegar:
A cidade de Lençóis, a 420 quilômetros de Salvador, continua sendo o epicentro
da Chapada Diamantina, com a melhor infra-estrutura para receber visitantes.
Para chegar a ela de carro a partir da capital, vá até Feira de Santana e
dali pegue a BR-242. Para quem chega pelo sul, pode-se ir por Vitória da
Conquista,
onde há vôos regulares, diários de
São Paulo e Salvador.
Quando ir:
O clima da Chapada Diamantina e bastante variado devido a variação
de altitudes, de 220 metros a 2033 metros, porem a região é semi-arida o
que faz com que tenhamos Sol o ano inteiro, a melhor época de visitação
é quando estamos de férias pois o destino necessita de muitos dias para
ser conhecido. A baixa estação que começa depois do carnaval e vai até
meados de Junho, e de agosto até o Natal também é uma época
interessante, pois além da tranqüilidade nos atrativos, os preços das
estadas são menores.
Roteiros:
A Terra Chapada Expedições oferece roteiros de 1 até 70 dias pelos caminhos escondidos
da Chapada Diamantina.
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